Tuesday, May 08, 2007

Em memória de bons tempos passados...

O dia de hoje fez com que em mim se reflectisse muitos dos meus sentimentos. Foi um dia em que revelámos sentimentos, e em que momentos de outrora vieram ter aos nossos pensamentos. Foi o dia do cortejo que tanto significado tem para mim. Foi o 5º, eu sei, mas sempre com a sua particularidade como tantos outros. As lágrimas como sempre libertaram-se em forma de sentimento. Mais uma vez houve caloiros a aprender algo com histórias dos mais antigos e onde se pode verificar toda a sua atenção em tão denominados pormenores. Mais uma vez se viu sentimentos perante um grupo de finalistas que assim conseguiram atrair a si algumas atenções, mas em si derivadas do seu suor deixado em momentos de praxe e em momentos de convívio com as pessoas. Toda a sua bondade e o seu querer tornam-se grandes em muitos momentos. Somos nós desejo de bondade e não de tristezas. Somos seguidores da bondade de tantas gentes que em mim levam algo do seu ser. Sois vós desejo de vida, somos nós desejo de vida também. O cortejo da Queima das fitas do Porto é apenas e só um demonstrar de algo que é feito ao longo de um ano e ao longo de muitos anos também. Um legado de praxe transmite-se ao longo de muitos anos e cada um dos caloiros surgem-nos como portadores dessa mensagem. Sei que um dia estarei em algo quando cada um destes "discípulos" estiver a fazer o seu exercício da praxe. Congratulo-me com a "fornada" de caloiros que demonstramos ter, sendo que espero que cada uma das suas capacidades praxísticas em si devem ser evoluídas. Congratulo-me pelos demais praxistas que tentaram levar o barco contra uma maré fortíssima. Aos finalistas desejo as maiores felicidades na conclusão dos seus cursos e no mercado de trabalho. A eles lhes devo muito do que sei... Agora e em especial, um agradecimento muito forte aos demais veteranos do meu curso, aqueles a quem eu assim os considero. Choro por vocês quando tenho de chorar, rio-me convosco quando tenho de me rir e sou o mais sério possível quando o tenho de ser. Sei que sou um ser diferente dos outros devido ao facto de cada ser o ser em si mesmo, mas de uma coisa tenho a certeza, que algo de vocês ficou marcado em meu ser e sei que sou um pouco daquilo que vocês são, ao mesmo tempo que posso acreditar que algo daquilo que eu sou se transmitiu em vós. Agora e em especial para a minha madrinha uma palavra: Sabes o quanto o teu primogénito se orgulha do teu ser e do teu estar. Sei que te orgulhas de mim também e que o meu respeito se foi conquistando ao longo dos tempos. Sei que foi uma surpresa agradável o facto de eu te ter escolhido como minha madrinha, mas uma coisa te digo, que são poucos aqueles que tiveram a sorte de escolher uma madrinha tão dedicada e tão respeitadora dos preceitos da praxe.
A praxe é sentimento, saudade, orgulho... orgulho em pertencer ao mundo de LETRAS e do curso de L.L.M. José Borges, veterano do curso de L.L.M.